Suporte muito forte na BDR da Nvidia (NVDC34)No gráfico diário a BDR da Nvidia (NVDC34) está em patamar de suporte muito forte que fica em 20,27. Se testar e respeitar esse fundo novamente pode abrir uma oportunidade de compra no Swing Trade com alvos nas resistências deixadas em 22,05 e 23,59. O stop loss pode ser posicionado em 19,89.
Ideias da comunidade
EUR/USD: Retomada de Alta com Dólar Mais Fraco?📈 EASYMARKETS:EURUSD EUR/USD: Retomada de Alta com Dólar Mais Fraco? 📊
O par EUR/USD está sendo negociado a 1,16094, em uma retomada de alta com o dólar mais fraco. O preço segue uma linha de tendência de alta após um cruzamento de compra, fazendo um pullback e retomando o movimento altista, com potencial para buscar as resistências em 1,16275 e 1,16670.
📈 Análise Técnica:
🔹 Retomada Altista: O preço a 1,16094 mostra força compradora após o pullback, com suporte na LTA (linha de tendência de alta) em torno de 1,16000.
🔹 Cruzamento de Compra: As médias móveis (ex.: 50 e 200 períodos) confirmaram o cruzamento bullish, reforçando o viés de alta.
🔹 Resistência: 1,16275 (próxima) e 1,16670 (alvo estendido).
🔹 Suporte: 1,16000 (LTA) e 1,15800 (se falhar).
🔹 Momentum: RSI em zona altista (cerca de 58), com MACD positivo.
🔹 Volume: Moderado, com aumento na retomada.
📢 Cenários:
✅ Altista: Sustentação acima de 1,16000 e rompimento de 1,16275 pode levar a 1,16670, impulsionado pelo dólar fraco.
⚠️ Baixista: Perda de 1,16000 reverte para 1,15800.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje (ex.: Inflação e dados de emprego) podem enfraquecer o dólar se abaixo do esperado.
🔹 Zona do Euro: Indicadores positivos favorecem o euro.
🔹 Sentimento Global: Risco-on beneficia EUR/USD.
🚨EUR/USD a 1,16094 retoma alta com cruzamento de compra e LTA, mirando 1,16275 e 1,16670. Suporte em 1,16000. Monitore volume e dados de hoje. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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Ibov em dólar super o nível de Dezembro 2019O Banco Central do Brasil manteve o discurso duro, mas o mercado entendeu a mensagem como um sinal de estabilidade e, paradoxalmente, isso reacendeu o apetite por risco.
Na ata divulgada após a reunião de novembro, a autoridade monetária reforçou sua confiança de que juros elevados por mais tempo serão suficientes para garantir a convergência da inflação à meta. A Selic permaneceu em 15% pela terceira vez consecutiva, consolidando o ciclo de aperto mais longo das últimas duas décadas.
O recado implícito foi claro: o combate à inflação está próximo de seu ponto de maturação. O IPCA de outubro, que avançou apenas 0,09% no mês e acumulou 4,68% em 12 meses, abaixo das projeções, reforça essa percepção. O cenário combina desaceleração dos preços, queda nas expectativas de inflação futura e uma economia que segue crescendo de forma moderada.
Com isso, a curva de juros começou a precificar o início de um ciclo de cortes já no primeiro trimestre de 2026. Os contratos de swap para janeiro de 2027 recuaram mais de 13 pontos-base, indicando que o mercado passou a enxergar espaço para flexibilização da política monetária antes do que se imaginava. Essa reprecificação, aliada à inflação mais comportada, tem efeito direto sobre o câmbio e sobre o apetite por ativos brasileiros, dois vetores que explicam o rali recente do Ibovespa em dólar.
Enquanto isso, o fluxo estrangeiro volta a se intensificar. Em meio a um cenário global de juros altos por mais tempo nos EUA, investidores buscam mercados emergentes com prêmio real elevado e o Brasil, com Selic real acima de 10%, desponta como um porto seguro relativo. O ganho adicional vem da valorização das commodities e da melhora dos balanços corporativos domésticos, especialmente no setor financeiro e de energia.
Mesmo com incertezas fiscais e a proximidade das eleições de 2026, o investidor estrangeiro percebe que o Banco Central brasileiro está jogando no campo da credibilidade. Gabriel Galípolo manteve o tom cauteloso, mas transmitiu uma mensagem de confiança: a inflação está cedendo e o pior já passou. A perspectiva de estabilidade política até o ciclo eleitoral, somada à queda gradual das expectativas de inflação, reforça a atratividade da Bolsa em dólares que está em seu melhor momendo desde Dezembro de 2019:
No fim das contas, o Índice Bovespa em dólar sobe porque o investidor estrangeiro começa a enxergar valor onde antes via apenas risco. O câmbio estabilizado, a inflação sob controle e a promessa de um ciclo de corte de juros — ainda que gradual — criam o tipo de combinação rara em economias emergentes: prêmio real alto, crescimento moderado e credibilidade monetária.
O Brasil, ao menos por enquanto, parece ser o “carry trade” mais seguro do mundo.
Morning Call - 11/11/2025 - Europa Registra Novo RecordeAgenda de Indicadores:
USA – Feriado do Dia dos Veteranos – Mercado de Treasury fechado
CAD – Feriado do Dia da Lembrança
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:00 – USA – IPCA
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Ata do Copom: O documento, que será divulgado nesta terça-feira, deve trazer novos sinais sobre as projeções do Banco Central para a inflação de 2026 e 2027, com destaque para a incorporação, ou não, dos efeitos da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. A medida tende a aumentar a renda disponível das famílias, o que pode pressionar tanto a inflação quanto o hiato do produto. Essa avaliação será determinante para o cronograma de política monetária: dependendo da leitura do BC, o início do ciclo de flexibilização pode ocorrer já em janeiro ou ser adiado para março ou até abril.
Relatório de Estabilidade Financeira: O Banco Central divulgará o documento nesta quarta-feira, acompanhado de uma coletiva de imprensa com a participação do presidente Gabriel Galípolo, do diretor de Fiscalização Ailton de Aquino Santos e do diretor de Política Econômica Diogo Guillen. O relatório deve apresentar uma avaliação detalhada das condições do sistema financeiro nacional, incluindo indicadores de solidez bancária, crédito e riscos macrofinanceiros.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam levemente negativo, após forte ganhos na sessão anterior. Ontem, as maiores empresas de tecnologia ligadas à inteligência artificial registraram sua maior alta em um único dia desde maio. A Nvidia NASDAQ:NVDA saltou 5,8%, enquanto que o Google NASDAQ:GOOGL ganhou 4%. Essa melhora da percepção sobre ativos de risco, mantém o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 estável em torno de 18,5 pontos.
Shutdown: O Senado aprovou no domingo, por 60 votos a 40, uma medida que busca encerrar a paralisação do governo federal, que já dura 40 dias. O pacote combina um financiamento temporário até janeiro de 2026 com três projetos de lei de gastos para o restante do ano fiscal. A proposta ainda precisa passar pela Câmara, onde deve ser votada na quarta-feira, antes de seguir para sanção do presidente Trump. Caso o cronograma seja mantido, o governo será reaberto na sexta-feira.
PIB: Estimativas indicam que o shutdown pode reduzir o crescimento do PIB no quarto trimestre entre 0,4 e 1 ponto percentual. No entanto, experiências anteriores mostram que a atividade econômica tende a se recuperar no trimestre seguinte, compensando parte das perdas iniciais.
Fed: No campo monetário, as apostas na CME indicam agora 64% de probabilidade de um novo corte de juros em dezembro, refletindo a expectativa de que a normalização do governo reduza parte da incerteza fiscal, mas sem alterar substancialmente a visão cautelosa do mercado em relação ao Fed.
Dividendos Tarifários: Trump prometeu neste domingo, em sua rede social Truth Social, que pretende pagar a cada americano um “dividendo tarifário” de pelo menos US$ 2.000, financiado pelos recursos arrecadados com o tarifaço imposto a outros países. Segundo o presidente, apenas pessoas de alta renda ficariam de fora do benefício. Em entrevista, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, admitiu que ainda não discutiu a proposta com Trump, mas sugeriu que o pagamento poderia ocorrer de “diversas formas”, como por meio de compensação fiscal. A ideia, embora vista como uma tentativa de estímulo econômico, levanta dúvidas sobre sua viabilidade orçamentária e os efeitos inflacionários de uma medida dessa magnitude.
Europa
Os principais índices europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 e ACTIVTRADES:FRA40 — operam em alta nesta terça-feira, com os traders ainda repercutindo o possível fim do shutdown nos EUA e resultados positivos de empresas do setor de telecomunicações no continente.
Os índices FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, IBEX 35 ACTIVTRADES:ESP35 , da Espanha, e FTSE MIB ACTIVTRADES:ITA40 , da Itália, renovam máximas históricas.
No câmbio, a libra ACTIVTRADES:GBPUSD esterlina recua frente ao dólar após a desaceleração do crescimento salarial no Reino Unido para 4,6% em setembro, enquanto a taxa de desemprego subiu para 5%. Os dados reforçam as expectativas de que o Banco da Inglaterra possa cortar os juros já no próximo mês. Os rendimentos dos títulos do governo britânico (gilts - TVC:GB02Y ) também recuam em todos os vértices da curva.
Na Suíça, o Swiss Market Index (SMI) ACTIVTRADES:SWI20 ganhou força diante da expectativa de um acordo com os Estados Unidos para reduzir tarifas comerciais. O setor de luxo é destaque.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos encerraram o pregão desta terça-feira sem direção única, com alguns índices realizando parte dos ganhos da véspera. O otimismo em torno do iminente fim do shutdown nos Estados Unidos perdeu força, enquanto preocupações com as altas avaliações do setor de tecnologia voltaram a pesar sobre o sentimento dos mercados.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos, avançando 0,8%, embora o won tenha se desvalorizado para o menor nível frente ao dólar desde abril. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou levemente, com o iene atingindo mínima de nove meses. Considerado um ativo de segurança, a moeda japonesa foi pressionada pelo recente aumento do apetite global por risco.
Na China, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 — corrigiram parte das altas anteriores, registrando perdas de até 1%. Em contrapartida, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, manteve-se levemente positivo.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO encerrou o pregão próximo da estabilidade.
Commodities
As commodities de valor — ouro ACTIVTRADES:GOLD e prata ACTIVTRADES:SILVER — avançam para o maior nível em três semanas, enquanto o cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 , uma commodity de perfil industrial, registra leve movimento de baixa.
A recente valorização do ouro reflete o foco renovado nas preocupações fiscais dos Estados Unidos. A reabertura do governo tende a abrir espaço para novos gastos financiados por endividamento, além da possibilidade do pagamento de um cheque de US$ 2.000 prometido por Trump a cada cidadão americano. Outro fator de apoio é a retomada da divulgação de dados econômicos, que pode reforçar as apostas em um corte de juros pelo Fed em dezembro.
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE sobem de forma moderada, sustentados pela expectativa de reabertura do governo americano, o que poderia impulsionar a demanda nas próximas semanas.
Entenda o que é e como operar um GAP de altaGAP é uma área ou faixa de preços em que não houve nenhuma negociação de um ativo. No gráfico de candles dizemos que um GAP foi aberto quando ocorre um espaço vazio entre a máxima e a mínima dos candles.
Os GAPs podem ocorrer em todas as periodicidades, sendo mais comuns em gráficos intraday e no diário. Quanto maior a periodicidade, menores as chances de ocorrer um GAP.
No GAP de alta a máxima do candle anterior pode funcionar como suporte e foi justamente isso que ocorreu no gráfico diário acima da Smartfit (SMFT3). Observe que esse GAP foi fechado e respeitado por diversos pregões no preço de R$ 24,04, ou seja, patamar de suporte para o grafista e consequentemente oportunidade de compra.
Fique sempre atento ao fechamento desses GAPs de alta que podem resultar em excelentes operações de compra na Análise Técnica.
Bons estudos e ótimos investimentos!
O que esperar do COPOMO Banco Central do Brasil deve manter a Selic inalterada nesta quarta-feira, no maior patamar em quase duas décadas. A mensagem é clara: o ciclo de juros altos ainda está longe de terminar, e os investidores começam a se conformar com a ideia de que o custo do dinheiro continuará elevado por mais tempo do que se imaginava.
Sob a liderança de Gabriel Galípolo, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve preservar a taxa básica em 15% pelo terceiro encontro consecutivo segundo a maior parte das opiniões do mercado. O consenso reflete uma virada de percepção: não se trata mais de quando os cortes começarão, mas por quanto tempo o Banco Central vai segurar as rédeas.
Nos bastidores, a visão é que Galípolo e seus colegas do conselho ainda estão desconfortáveis com a inércia inflacionária. Programas sociais e estímulos fiscais do governo ampliam a pressão sobre os gastos públicos, e qualquer sinal de afrouxamento prematuro poderia reacender a inflação.
Mesmo que o BC reconheça uma melhora marginal nas expectativas de preços, o tom seguirá restritivo. A maior questão é se isso abrirá caminho para um corte em dezembro. Os dados até permitem essa hipótese, mas acreditamos que o BC evitará sinalizar qualquer movimento antes que a inflação esteja claramente dentro da meta.
Economia resiliente, mas custo alto
O mercado de trabalho continua aquecido: a criação formal de empregos superou as projeções em setembro, e o desemprego segue em 5,6%, um dos menores níveis históricos. Essa resiliência, paradoxalmente, dá margem para o BC manter o aperto por mais tempo.
Desde o início do ciclo, o Banco Central elevou a Selic sete vezes seguidas, somando 4,5 pontos percentuais de alta, antes de interromper o movimento em junho. O objetivo era observar os efeitos do aperto sobre o custo de vida e, por enquanto, os resultados começam a aparecer.
A inflação de meados de outubro ficou em 4,94% em 12 meses, o menor nível desde o início de 2025. As projeções para 2025 a 2028 recuaram levemente, sinalizando que a trajetória caminha na direção certa.
Para o Índice Bovespa a decisão já está no preço, o mercado buscou máxima histórica no dia do COPOM e sobe mais de 25% no ano. A oportunidade está em setores de exportação e empresas dolarizadas (papel e celulose, mineração, proteína), que tendem a se beneficiar de eventual desvalorização cambial e desaceleração doméstica. Do outro lado da moeda, um BC mais duro mantém o real relativamente forte, já que o diferencial de juros com os EUA segue alto. Isso atrai carry trade via USDJPY, mas não garante fluxo de capital para a bolsa.
Cautela até 2026
Ainda assim, a mensagem do Copom deve ser firme: a convergência da inflação à meta vem antes de qualquer afrouxamento. A ideia de um corte antecipado perde força a cada nova reunião.
Em outras palavras, o Brasil pode conviver com juros de dois dígitos por boa parte de 2026. E, para um mercado que se acostumou a sonhar com cortes rápidos, a realidade é que o Banco Central agora está sob um novo comando, mas o mesmo pragmatismo não parece disposto a correr riscos.
Resistência: Aprenda como traçar e operar com elaO que é: Resistência é o nível de preços onde a pressão vendedora supera a compradora a ponto de interromper um movimento de alta ou revertê-lo.
Como traçar: O grafista deve sempre procurar os topos dos ativos para fazer os traçados das resistências. No gráfico de candlestick é recomendável que trace uma linha de resistência usando a máxima do candle, pois houve negociação de preços até esse pavio superior do candle e lá é topo. Evidente que alguns grafistas usam o bom senso pegando uma região de preços mais testada usando o corpo do candle para traçar, mas na maioria dos casos vamos usar as máximas dos candles (topos) para fazer esse traçado.
Qual ferramenta usar para traçar as linhas de resistências: No Trading View vamos usar a ferramenta de Linha de Tendência para fazer esses traçados. E podemos também usar a ferramenta de texto para deixar explícito o preço de resistência no gráfico.
Como operar: Após traçar e identificar uma linha de resistência que foi testada e respeitada o grafista deve fazer venda e procurar os alvos de lucros nas regiões de suportes que serão tema de outra postagem educacional. O stop loss pode ser posicionado logo acima da máxima do candle que testou essa resistência.
O que é uma resistência muito forte: Vale lembrar que quanto mais toques e maior a duração mais forte será essa linha de resistência. Dê preferência para operar essas resistências muito fortes.
Bons estudos e ótimos investimentos!
Demanda por farelo de soja não é estruturalA soja segue no centro da disputa comercial entre os Estados Unidos e a China. Maior importadora mundial da oleaginosa, a potência asiática evitou em grande parte a soja americana nesta safra, com as primeiras compras conhecidas ocorrendo apenas no fim de outubro, o equivalente a dois carregamentos.
O boicote tem sido custoso para os produtores norte-americanos, que dependem da China para escoar grande parte de sua produção. Pequim, em contrapartida, intensificou as compras de soja de países sul-americanos, como Brasil e Argentina, aproveitando a safra abundante e a competitividade cambial.
Esse movimento não é novo. Durante a guerra comercial de 2018–2019, a China também reduziu drasticamente as importações dos EUA, em resposta às tarifas impostas por Donald Trump. Desde então, vem diversificando sua base de fornecedores, buscando reduzir a dependência de um rival geopolítico de uma commodity essencial à sua segurança alimentar. O Brasil, hoje maior produtor global, tornou-se o principal beneficiário, com expansão acelerada da área plantada e da capacidade de esmagamento.
Nos bastidores, o que sustenta o apetite chinês não é apenas a soja em si, mas o farelo subproduto usado como principal insumo na ração animal. A recuperação da produção de suínos e aves após a peste suína africana elevou a demanda por ração e, consequentemente, pelo farelo. Isso ampliou o crush rate (a taxa de esmagamento da soja) ao longo de 24-25, impulsionando a margem das indústrias que compram grão para transformar em farelo e óleo.
Quando o crush rate sobe, as processadoras passam a disputar soja no mercado físico, o que tende a sustentar ou elevar o preço do grão, mesmo em contextos de safra abundante. No entanto, o equilíbrio é delicado e no momento vemos o reflexo da recomposição da demanda com o acordo entre EUA e China.
A divergência entre farelo e óleo mostra uma demanda assimétrica com o setor de ração sustentando preços enquanto o energético afunda. Isso indica que a alta da soja não está ancorada em fundamentos industriais sólidos, mas em um choque temporário de subproduto. Se o óleo não reagir, o movimento de alta do farelo tende a perder força e o preço da soja, mesmo com contratos futuros em leve valorização, pode voltar a se ajustar para reequilibrar o crush.
Em janeiro, os produtores americanos enfrentarão forte concorrência para garantir compradores chineses, já que o Brasil deve inundar o mercado com mais uma safra recorde. Essa dependência maior do Brasil traz riscos à China: custos logísticos mais altos, exposição a choques climáticos e menor previsibilidade de embarques.
A demanda chinesa por cargas americanas pode voltar a níveis mais próximos da normalidade se a meta de 25 milhões de toneladas se confirmar. Ainda assim, o volume ficaria abaixo do pico registrado após o acordo comercial da “Fase Um”, quando as exportações americanas atingiram 34,2 milhões de toneladas na safra 2020–21.
No curto prazo, o eixo do mercado de soja passa menos pelo comércio bilateral e mais pelo valor do farelo e pela margem de esmagamento e pelo calendário econômico. São esses dois indicadores e não apenas os embarques que ditam o pulso da demanda real e, por consequência, o preço global da soja.
Morning Call - 03/11/2025 - Otimismo Global PrevaleceAgenda de Indicadores:
USA – Novo Horário de Negociação: Abertura de NY às 11:30 de Brasília
Japão – Feriado do Dia da Cultura
Rússia – Feriado do Dia da Unidade Popular
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:00 – BRA – PMI Industrial
11:45 – USA – PMI Industrial S&P Global
12:00 – USA – PMI Industrial ISM
Agenda de Autoridades:
Mary Daly, do Fed de São Francisco (Não Vota), participa de uma conversa moderada no evento organizado pelo Fórum Club de Palm Beaches.
Balanços:
USA: After-Market: NASDAQ:PLTR
BRA: After-Market: BMFBOVESPA:BBSE3 BMFBOVESPA:TIMS3
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLX2025
Novo Horário: A B3 ampliará o horário de funcionamento a partir de hoje, acompanhando o fim do horário de verão em Nova York. O mercado à vista passará a operar das 10h às 17h55, enquanto o mercado futuro de câmbio funcionará das 9h às 18h30.
Balanços: Esta semana será intensa em divulgações corporativas, com 43 resultados previstos. Entre os destaques:
Segunda-feira (hoje): TIM BMFBOVESPA:TIMS3 e BB Seguridade BMFBOVESPA:BBSE3 (após o fechamento)
Terça-feira: Itaú BMFBOVESPA:ITUB4 e Klabin BMFBOVESPA:KLBN3
Quarta-feira: Eletrobras BMFBOVESPA:ELET6
Quinta-feira: Suzano BMFBOVESPA:SUZB3 , Lojas Renner BMFBOVESPA:LREN3 , Magazine Luiza BMFBOVESPA:MGLU3 e Petrobras BMFBOVESPA:PETR4
Copom: Na reunião marcada para quarta-feira, o consenso é unânime em apontar para a manutenção da taxa Selic em 15%, mas o foco recai sobre o tom do comunicado. Apesar da recente melhora nas expectativas de inflação e dos primeiros sinais de perda de fôlego na atividade econômica, o BC deve preservar um discurso prudente, reforçando o comprometimento com a convergência da inflação à meta. A autoridade monetária tende a evitar sinalizações antecipadas, buscando preservar credibilidade em um ambiente de incertezas fiscais e externas. No cenário mais otimista, parte do mercado projeta o início da flexibilização em janeiro, enquanto as casas mais conservadoras apostam em movimento apenas em março.
Estados Unidos
Novo Horário: A Bolsa de Nova York passa a operar das 11h30 às 18h de Brasília.
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — avançam modestamente neste início de semana, com o setor de tecnologia liderando os ganhos. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXV2025 recua mais de 1%, refletindo um cenário de menor aversão ao risco.
Câmbio: O índice dólar (DXY - ACTIVTRADES:USDINDZ2025 ) retorna para próximo dos 100 pontos, sustentado pela incerteza quanto ao ritmo de novos cortes de juros pelo Federal Reserve, especialmente na reunião de dezembro. O presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que “outro corte em dezembro não é uma certeza”, contrariando a visão predominante entre traders de que a decisão já estava praticamente tomada. Na CME, as apostas em corte de juros caíram para 68%, ante quase 100% na semana passada.
Shutdown: A paralisação do governo norte-americano chega hoje ao 34º dia, ainda sem perspectiva de acordo entre republicanos e democratas para reabertura total das agências federais.
Balanços: Após uma temporada de resultados mista entre as grandes empresas, que destacou o interesse dos traders em retorno sobre os investimentos em infraestrutura de IA, o foco desta semana recai novamente sobre o setor de tecnologia. Entre as empresas que divulgam resultados nos próximos dias estão: Advanced Micro Devices (AMD) NASDAQ:AMD , Qualcomm NASDAQ:QCOM , Palantir Technologies NASDAQ:PLTR , Uber NYSE:UBER e McDonald’s NYSE:MCD .
Europa
Os principais índices europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 e ACTIVTRADES:ITA40 — iniciaram a semana com ganhos generalizados. O DAX ACTIVTRADES:GER40 lidera as valorizações, subindo 1%, impulsionado por resultados corporativos positivos e melhora no sentimento industrial.
O setor automotivo se destaca entre os principais índices, após balanços melhores que o esperado de Mercedes-Benz XETR:MBG , Volkswagen XETR:VOW3 e Porsche XETR:P911 . Amanhã será a vez da Ferrari MIL:RACE divulgar seus resultados, seguida pela BMW XETR:BMW na quarta-feira. As ações da Renault EURONEXT:RNO disparam quase 4%, após o diretor de crescimento da companhia anunciar a estratégia de parcerias globais para produção e venda conjunta de veículos.
Na política monetária, o Banco Central da Suécia (Riksbank) anunciará sua decisão sobre juros na quarta-feira, enquanto o Banco da Inglaterra (BoE) apresentará sua política na quinta-feira, com o mercado dividido entre manutenção e corte de 25 pontos-base. Na Alemanhã, o Bundesbank (BC), divulgará seu relatório anual de estabilidade financeira ainda nesta semana.
Entre os indicadores econômicos, os PMIs industriais da zona do euro reforçaram sinais de recuperação da atividade manufatureira, sustentando o tom positivo nos mercados regionais.
Ásia/Pacífico
Os mercados asiáticos encerraram a sessão desta madrugada em alta, com investidores ainda repercutindo os acordos comerciais firmados entre os Estados Unidos e países da região. O destaque ficou para o Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul, que subiu 2,8% e renovou máxima histórica.
Na China, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — avançaram até 1%, mesmo após novos dados de atividade industrial indicarem contração do setor manufatureiro. O PMI industrial caiu para 50,6 pontos, abaixo dos 50,9 esperados e dos 51,2 registrados em setembro. Já o índice oficial divulgado na sexta-feira mostrou que a atividade industrial recuou para 49,0, o nível mais baixo em seis meses.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO teve desempenho mais modesto, fechando levemente positivo, à espera da decisão de política monetária do RBA, que será anunciada amanhã. O banco central australiano deve manter os juros em 3,6%, após dados de inflação acima do esperado reduzirem as apostas em cortes.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 não operou nesta sessão devido a feriado local.
Criptoativos
As criptomoedas operam dentro de uma consolidação nas últimas semanas, como Bitcoin ACTIVTRADES:BTCUSD e o Ethereum ACTIVTRADES:ETHUSD caindo entre 2 e 4%.
As criptomoedas seguem dentro de uma consolidação no gráfico diário, com o Bitcoin ACTIVTRADES:BTCUSD e o Ethereum ACTIVTRADES:ETHUSD recuando entre 2% e 4%. O movimento reflete a falta de catalisadores relevantes e a cautela dos traders diante das máximas históricas em ativos de risco nos últimos meses.
Commodities
As commodities metálicas — ouro ACTIVTRADES:GOLD , prata $ACTIVTRADES:SILVE e cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 — operam sem direção única e próximas da estabilidade, refletindo a valorização do dólar e a cautela dos traders diante das incertezas sobre o ritmo de cortes de juros pelo Fed.
Os preços do petróleo apresentam leve movimento de alta — Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE — após a OPEP+ confirmar no domingo em aumentar a produção em 137.000 barris por dia em dezembro, o mesmo que em outubro e novembro. No entanto, o grupo decidiu adiar os aumentos de produção no primeiro trimestre do próximo ano, o que aliviou os crescentes temores de um excesso de oferta, mas dados fracos da atividade industrial na Ásia limitaram os ganhos.
"Devido à sazonalidade, além de dezembro, os oito países também decidiram suspender os aumentos de produção em janeiro, fevereiro e março de 2026", afirmou o grupo em comunicado.
Bitcoin: Estamos Diante de um Novo Ciclo?Olá, amigos do TradingView!
Ao ler esse título, muitos provavelmente esperam que eu fale sobre um ciclo estendido ou algo parecido, que dessa vez será diferente, que os institucionais vão sustentar o mercado e que não teremos uma correção tão profunda.
Mas, sinceramente, é difícil pensar dessa forma. Essa é justamente a narrativa mais recorrente em todo final de ciclo, com gatilhos diferente, mas sempre justificando uma mudança estrutural.
Durante esse ciclo de alta, minhas análises sempre se basearam em estruturas de tempo e de preço, e esses continuam sendo os principais pilares da minha leitura de mercado.
Caso ainda não tenha lido, deixo abaixo dois dos estudos que me conduziram até aqui:
Se você ainda não viu esses estudos, talvez não perceba que meu foco é sempre seguir o plano.
Nesses dois estudos acreditava que entre Setembro e Outubro teriamos um ponto de inflexão, e isso pode ter acontecido, agora estando certo ou não o meu foco é medir a exposição, nesse momento estar muito exposto me parece um erro, então vou focar majoritariamente em estruturas corretivas. Sim, sei que ainda existem possibilidades de vermos os preços acima da ATH, porém a ação dos preços até aqui me mostram que isso vem se tornando cada vez menos provavel.
Aproveite o possivel novo ciclo que pode estar prestes a começar, e siga o plano!
Me diz ai, qual sua leitura sobre o Bitcoin nesse momento👇🏻
Quando o dinheiro foge do Bitcoin e atraca em Wall StreetO movimento está no gráfico — e ele fala mais do que qualquer manchete.
Enquanto o índice Nasdaq 100 (NDX, linha com marcadores) continua sua escalada, o Bitcoin (linha azul) e o gráfico do TOTAL (linha verde, que representa todo o capital envolvido no mundo cripto) mostram algo completamente diferente: evasão de liquidez.
Esse descolamento não é coincidência. Ele reflete o comportamento típico do capital institucional quando o risco volta a assombrar o mercado. Relatórios recentes mostram saídas bilionárias de ETFs de Bitcoin, ultrapassando US$ 3,3 bilhões em apenas um mês, e reposicionamento de hedge funds para setores tradicionais, como bancos e tecnologia — o coração de Wall Street.
Ou seja, o dinheiro “inteligente” está se reposicionando. O que antes fluía para o mercado cripto agora volta a buscar segurança em ativos regulados e previsíveis. A própria estrutura de investimento em cripto vem sendo absorvida por Wall Street: fundos, derivativos e ETFs estão se transformando em produtos institucionais, o que esvazia o papel original das altcoins como opção de alto crescimento.
E aqui está a leitura mais dura: o chamado “mundo cripto” é, na prática, apenas Bitcoin. Nenhum gestor bilionário deixaria capital travado em projetos de liquidez duvidosa ou em milhares de “sheet coins” que sobrevivem mais de narrativa do que de fundamento. O TOTAL (verde) em queda representa esse esvaziamento.
Para reforçar, o BTC.D (dominância do Bitcoin, em laranja) também apresenta uma inclinação descendente — uma queda trigonométrica relevante, sinalizando que o capital está deixando até mesmo o domínio interno do ecossistema cripto. Em outras palavras, o fluxo está se desconectando do risco e retornando à estrutura de mercado que ele conhece: Wall Street.
O gráfico mostra o que os dados confirmam: não é o fim do Bitcoin, mas o reordenamento do dinheiro institucional. A liquidez está migrando, silenciosamente, de um mercado sem fronteiras para o mesmo lugar onde tudo começou — os grandes centros de poder financeiro.
por mauricio_of_sousa
Padrão Perigoso de Wyckoff no Ethereum1️⃣ Cenário geral
Após as falas de Jerome Powell, o mercado reduziu drasticamente as expectativas de novos cortes de juros nos EUA — de quase 100% para cerca de 55%–60%. Essa mudança esfriou a disposição a ativos extremamente voláteis no curto prazo e levou à reprecificação dos criptoativos, afetando diretamente o Ethereum, que havia subido forte com a expectativa de liquidez maior.
2️⃣ Situação técnica
O Ethereum perdeu o suporte dos US$ 4.200, que antes havia se tornado um ponto de sustentação importante, e agora opera na casa dos US$ 3.816, em tendência clara de baixa. Alem disso, as médias móveis de 20 e 50 períodos estão inclinadas para baixo e o RSI já sinalizou zona de sobrecompra anterior, o que abre espaço para novas quedas.
3️⃣ Próximos níveis de atenção
O preço pode fazer um repique até a região de US$ 3.850–3.900, antes de possivelmente retomar a queda. Cremos que o proximo suporte imediato está em US$ 3.675.
Caso tenhamos um fechamento no diário abaixo desse suporte, o nível crucial é US$ 3.380, formando o início de um Padrão de Wyckoff, que não seria nada bom. Por outro lado, se reagir nesse ponto e voltar acima de US$ 4.200, o padrão de baixa pode ser invalidado, abrindo espaço para um novo movimento de alta rumo a US$ 6.000–7.000.
Todavia, se rompermos e fecharmos abaixo de US$ 3.380 (gráficos diário e semanal), isso seria muiyo ruim. podendo confirmar um padrão de Wyckoff, projetando o ativo para US$ 2.200–2.300 — o que caracterizaria uma tendência de bear market.
4️⃣ Fatores externos
O comportamento do Ethereum também depende do cenário macroeconômico:
1. Próximas declarações de Powell e expectativas de juros.
2. Relações geopolíticas entre EUA, China e Europa.
3. Indicadores de emprego e sentimento de risco global.
4. Indicadores de venda dos chamados detentores de longo prazo, entre outros.
Um cenário mais otimista, com juros em queda e menor tensão geopolítica, poderia impulsionar o Ethereum. Já a manutenção do pessimismo e do aperto monetário reforçaria a tendência de baixa.
⚠️ Aviso importante
Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não se trata de recomendação de compra ou venda de ativos. Cada investidor é inteiramente responsável por suas decisões e deve sempre considerar seu perfil de risco e estratégia pessoal.
Hora de o cotista entender o jogo e realizar parte do lucro31 de outubro de 2025
Ibovespa em 151 mil pontos —
Chegar aos 151 mil pontos não é apenas uma marca gráfica no Ibovespa, é o retrato de um ciclo completo de confiança, liquidez e narrativa que se desenrolou ao longo de meses, talvez anos. Quando o mercado financeiro nacional alcança esse patamar, o que se vê não é sorte nem coincidência, mas o reflexo de um conjunto coordenado de fatores: o crescimento dos lucros corporativos, uma política monetária mais branda, a entrada consistente de capital estrangeiro e, sobretudo, a euforia que contagia quando os grandes gestores passam a falar em um “novo ciclo de alta estrutural”. Nesse ambiente, o cotista, aquele que confia seu dinheiro ao fundo, começa a sentir que faz parte de uma elite que está vencendo. Ele se vê dentro de um comboio de vencedores, como se estivesse no vagão de luxo de um trem que parece não ter fim, avançando sobre os trilhos da bonança. É justamente nesse ponto que o jogo muda de natureza, e onde a maturidade financeira precisa falar mais alto que o entusiasmo coletivo.
Quando o índice atinge um número simbólico como os 151 mil pontos, especialmente sendo esse o alvo máximo projetado por boa parte dos analistas, o recado está dado: o consenso foi precificado. E o consenso no mercado é, quase sempre, o último estágio antes da reversão. Quando todos acreditam que a alta é segura, é porque todos já compraram. E se todos já compraram, quem será o novo comprador capaz de empurrar os preços ainda mais para cima? É nesse ponto que a probabilidade matemática de ganhos futuros começa a diminuir. Não porque os ativos tenham se tornado ruins, mas porque a relação risco-retorno se inverteu silenciosamente.
Pego um exemplo simples: imagine um fundo de ações que valorizou 25% nos últimos 12 meses. É uma performance excelente, sem dúvida. Mas por trás desse número está um fato que poucos cotistas percebem — a maior parte do movimento já foi capturada. Os gestores começaram a montar posições quando o Ibovespa estava entre 118 e 130 mil pontos, comprando bancos, elétricas e commodities em bons preços. A subida até os 151 mil representa o lucro consolidado dessas posições. Se o cotista resgata agora, ele transforma esse lucro em capital realizado. Se não o faz, ele passa a depender de um novo ciclo comprador — algo que, nesse ponto do mercado, começa a rarear à medida que a euforia dá lugar à saturação.
Os fundos operam com janelas de reavaliação constantes, ajustando portfólios e comparando desempenhos em relação aos benchmarks. Quando o índice alcança níveis amplamente esperados, os gestores reduzem o beta das carteiras — ou seja, diminuem a exposição direcional e começam a migrar para posições mais defensivas ou mesmo para o caixa. Isso significa que o dinheiro que empurrava o mercado começa a sair devagar, como um rio que perde força antes de secar. O cotista, que vê sua cota subir no extrato, não percebe que a maré está mudando. É como estar num barco ainda em movimento, movido apenas pela inércia, sem notar que o vento virou.
É exatamente nesse momento que entra o discernimento do investidor que não quer ser o último a sair do baile. Realizar parte do lucro — algo entre 20% e 30% — não é pessimismo, é inteligência de ciclo. O mercado é como uma colheita: quando os frutos amadurecem, você não arranca tudo, mas também não os deixa apodrecer no pé esperando que cresçam além da natureza. Todo ciclo de alta carrega dentro de si o germe da correção. O que muitos chamam de topo é, na verdade, o início da transição.
Matematicamente, os ciclos de mercado seguem uma lógica muito parecida com os modelos de crescimento biológico. A curva é sigmoide: acelera no início, estabiliza no meio e desacelera no topo. Entre 145 mil e 151 mil pontos, o Ibovespa se encontra nessa fase de saturação. Estatisticamente, a chance de uma correção entre 8% e 12% é muito maior do que a de uma continuação direta até 160 mil. Essa leitura é puramente probabilística, fria, sem emoção.
A história confirma esse comportamento. Em 2008, o Ibovespa rompeu 73 mil pontos e o Brasil era o “queridinho dos emergentes”. Fundos multimercados batiam recordes, e o discurso dominante era o mesmo que se ouve agora: “entrou numa nova era”. Pouco depois, o índice caiu para 37 mil. Em 2019, com o topo em 119 mil pontos e fundos de ações explodindo em captação, o mesmo otimismo tomou conta do mercado. Então veio março de 2020, e a realidade devolveu tudo o que o excesso de confiança havia acumulado. O padrão é cíclico porque o mercado é feito de gente, e gente é cíclica por natureza. O excesso de confiança sempre precede a reversão.
O investidor que preserva capital é aquele que entende o valor da pausa. Realizar lucro não é desistir, é respeitar o tempo. O longo prazo só existe quando se entende a importância dos curtos prazos que o compõem. Deixar o dinheiro “lá e esquecer” só funciona quando o fundo também respeita o timing do mercado. Muitos gestores, pressionados por rankings e captações, acabam mantendo exposição apenas para não ficarem atrás da concorrência, o que cria um desalinhamento: o gestor quer preservar reputação, enquanto o cotista quer preservar patrimônio.
Realizar parte do lucro agora é um ato de lucidez e domínio próprio. Não se trata de sair do mercado, mas de converter o lucro em solidez. Esse capital pode ser redirecionado para uma reserva, aplicado em ativos de renda fixa com spreads interessantes ou guardado em liquidez, pronto para aproveitar oportunidades futuras. O jogo de quem sobrevive é o jogo de alternar ataque e defesa com precisão.
O mercado é um campo de batalha, e cada ponto conquistado no índice é uma trincheira. Chegar a 151 mil é estar no topo do morro — a vista é ampla, mas a exposição também. O inimigo invisível, a reversão, te enxerga com clareza. Recuar 10% nesse ponto é estratégia, não covardia. Quem sobrevive no mercado é o que sabe quando atacar e quando proteger posição.
O componente psicológico pesa ainda mais. Nesses momentos, o cérebro ativa o viés de confirmação. Você começa a buscar notícias e argumentos que confirmem a continuidade da alta e ignora os alertas. As manchetes reforçam a sensação de segurança: “Brasil atrai fluxo estrangeiro”, “inflação sob controle”, “reformas estruturais no radar”. Tudo isso é real, mas o mercado não se move pelo noticiário, e sim pelo fluxo. E o fluxo já dá sinais de redistribuição: saídas graduais de capital estrangeiro, fundos institucionais reduzindo exposição e aumento expressivo na compra de puts, a proteção clássica do investidor profissional.
Esses sinais não aparecem gritando, mas sussurram. A volatilidade implícita começa a subir, os spreads de crédito se abrem, o dólar volta a respirar. São sintomas clássicos de que o ciclo está mudando. Quem tem sensibilidade sente o cheiro antes da virada.
Realizar lucro, no fundo, é o exercício da impermanência aplicada ao dinheiro. O capital precisa fluir, assim como a energia. Esperar o topo máximo é uma tentativa de congelar o tempo, e o tempo não congela. A sabedoria está em reconhecer o ponto em que a abundância começa a se transformar em risco disfarçado. Quando se entende isso, o controle deixa de ser do mercado e passa a ser seu.
O momento dos 151 mil pontos é histórico, sem dúvida, mas também revelador. Ele mostra o quanto o investidor brasileiro amadureceu, e ao mesmo tempo expõe o quanto ainda é guiado pela euforia coletiva. A verdade é direta: lucro só existe quando é realizado. Todo o resto é número na tela.
A atitude racional agora é simples e estratégica: reequilibrar, tirar parte do lucro, proteger o capital e aguardar a próxima onda com serenidade. O mercado não recompensa quem acerta o topo, ele recompensa quem sabe sair antes que o topo vire abismo.
Assinado,
Rafael Lagosta
Tudo sobre: Indicador Zig ZagO Zig Zag é um dos indicadores mais simples e visuais da plataforma TradingView, mas também um dos mais subestimados. Ele não prevê o futuro — mas ajuda a enxergar o passado com clareza, removendo o “ruído” dos preços e revelando a estrutura real do mercado.
O Zig Zag conecta os topos e fundos significativos do preço com linhas retas, de acordo com uma variação mínima configurada pelo usuário.
Em outras palavras, ele ignora movimentos menores e destaca apenas as oscilações relevantes — tornando muito mais fácil identificar tendências, correções e formações de padrões técnicos.
O indicador traça uma nova linha somente quando o preço se move um determinado percentual (ou valor em pontos) na direção oposta à tendência anterior. No parâmetro principal você encontrará o desvio de preço para reversões em 5%. Nesse padrão o indicador Zig Zag só muda de direção quando o preço recua ou avança 5% do último ponto extremo. É possivel fazer alterações como exemplo:
- Um valor menor (ex: 1%) o torna mais sensível, captando microtendências.
- Um valor maior (ex: 10%) suaviza o gráfico e mostra apenas grandes movimentos.
O Zig Zag é excelente para:
1) Identificar topos e fundos relevantes – Ideal para análise de ondas de Elliott, padrões harmônicos ou movimentos ABCD.
2) Traçar linhas de tendência – Como ele conecta pontos estruturais, facilita visualizar a inclinação da tendência principal.
3) Medir retrações e extensões – Pode ser combinado com Fibonacci, para medir proporções entre movimentos.
4) Backtesting visual – Ao eliminar ruído, ajuda a revisar estruturas passadas e ver onde tendências realmente se inverteram.
Dica: combine o Zig Zag com indicadores como RSI ou Volume para confirmar reversões.
Limitações importantes:
O Zig Zag recalcula retroativamente: o último segmento pode mudar até que uma nova oscilação seja confirmada.
Portanto, ele não é um indicador de sinal, mas sim de visualização estrutural.
Evite usá-lo isoladamente para entradas; prefira como ferramenta de contexto ou confluência.
Combinações úteis:
Ondas de Elliott = Zig Zag + RSI + Volume > Confirmar topos/fundos e divergências
Padrões harmônicos = Zig Zag + Fibonacci > Medir proporções entre perna XA, AB, BC, CD
Swing Trading = Zig Zag + Médias móveis > Confirmar reversões em zonas de tendência
O Zig Zag é um filtro visual poderoso: simples, limpo e ideal para quem quer entender a estrutura do preço sem distrações.
Use-o como base para estudos de padrões, ondas e estruturas.
No TradingView, ele é leve, intuitivo e altamente personalizável — perfeito tanto para quem está começando quanto para traders técnicos avançados.
Tudo sobre: Divergence for Many IndicatorsO Divergence for Many Indicators v4 (de LonesomeTheBlue, disponível no TradingView) automatiza a detecção de divergências entre o preço e vários indicadores técnicos — como RSI, MACD, CCI, OBV, Momentum, entre outros.
Essas divergências indicam potenciais reversões ou continuações de tendência, ajudando o trader a identificar mudanças de força no mercado.
O indicador identifica pivôs no preço e nos osciladores e traça linhas quando há divergência:
Bullish Regular: preço faz novo fundo, indicador sobe → possível reversão de alta.
Bearish Regular: preço faz novo topo, indicador cai → possível reversão de baixa.
O DFMI pode monitorar diversos indicadores ao mesmo tempo, mostrando quantos e quais estão divergindo.
Vantagens
✅ Análise automatizada e visual.
✅ Combina vários indicadores para confirmar sinais.
✅ Funciona em ações, criptos e commodities.
Limitações
⚠️ Pode gerar sinais falsos (especialmente em mercados voláteis).
⚠️ Nem toda divergência resulta em reversão.
⚠️ Ajuste de parâmetros é essencial para evitar “ruído”.
Dica Prática
O Divergence for Many Indicators (v4) é especialmente útil para identificar reversões de tendência. Quando o preço e um indicador técnico (como RSI, MACD ou OBV) se movem em direções opostas, o indicador revela uma perda de força da tendência atual — um sinal precoce de possível mudança de direção.
Use divergências em conjunto com suporte e resistência, faça analise de volume. Use o DFMI em tempos gráficos menores (como 30 min ou 1 h) para antecipar movimentos que só se confirmam mais tarde em gráficos maiores (diário ou semanal).
O Divergence for Many Indicators v4 é uma ferramenta versátil para traders que buscam automatizar a leitura de divergências e aumentar a confiança em pontos de reversão ou continuidade.
Como todo indicador, deve ser usado em conjunto com contexto técnico e fundamental — nunca isoladamente.
Tudo sobre: Bandas de BollingerAs Bandas de Bollinger são um dos indicadores mais populares da análise técnica, amplamente usados por traders para medir volatilidade, força de tendência e possíveis pontos de reversão no preço de um ativo. Criadas por John Bollinger na década de 1980, elas se adaptam dinamicamente às oscilações do mercado, tornando-se uma ferramenta versátil para qualquer estratégia — de day trade a longo prazo.
As Bandas de Bollinger são compostas por três linhas traçadas sobre o gráfico de preços:
Banda Central → uma Média Móvel Simples (SMA), geralmente de 20 períodos.
Banda Superior → SMA + (2 × desvio padrão).
Banda Inferior → SMA − (2 × desvio padrão).
Essas bandas criam um “canal de volatilidade” em torno do preço.
Quando o mercado está calmo, as bandas se estreitam. Quando a volatilidade aumenta, elas se expandem.
Bandas estreitas → baixa volatilidade (mercado lateral, possível rompimento futuro).
Bandas largas → alta volatilidade (forte tendência em curso).
Operando BB:
Quando o preço toca a banda superior, o ativo pode estar sobrecomprado.
Quando toca a banda inferior, pode estar sobrevendido.
⚠️ Mas cuidado! Nem todo toque indica reversão. Em tendências fortes, o preço pode “andar pela banda” por muito tempo. Fique de olho na inclinação da média e busque abrir operações na mesma direção da média.
Reversões costumam ocorrer quando o preço sai da banda e depois retorna rapidamente para dentro dela.
As Bandas de Bollinger se tornam ainda mais eficazes quando usadas junto com:
RSI (Índice de Força Relativa) → confirma sobrecompra/sobrevenda.
MACD → identifica cruzamentos de tendência.
Volume → valida rompimentos.
As Bandas de Bollinger são uma ferramenta essencial para quem quer entender o comportamento do preço em relação à volatilidade.
Elas ajudam a enxergar expansões e contrações de mercado, sinais de reversão e momentos de ruptura — sempre considerando o contexto da tendência e o volume.
Lembre-se: o segredo está em combinar as Bandas com outros indicadores e com uma boa leitura de contexto — e não em tratá-las como um sinal isolado.
Decisão de Juros do Banco do Canadá (BoC)O Banco do Canadá (BoC) deve cortar a taxa de juros em 25 pontos-base nesta quarta-feira (29), levando-a para 2,25%, em resposta à desaceleração econômica e ao aumento do desemprego.
Os dados mais recentes mostram que a economia canadense cresce 1,2% ao ano, enquanto a taxa de desemprego subiu para 7,1%. As tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre aço, automóveis e madeira canadenses vêm corroendo a demanda e reduzindo os níveis de emprego no país. Embora as empresas não esperem um agravamento dessas restrições, o sentimento segue fraco, com carteiras de pedidos limitadas e baixa intenção de contratação.
Na semana passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, suspendeu todas as negociações comerciais com o Canadá, o que pressiona ainda mais as perspectivas de crescimento.
O BoC possui mandato único: manter a inflação próxima do ponto médio de sua meta de 1% a 3%. Em setembro, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) subiu acima do esperado, para 2,4%, enquanto o núcleo da inflação avançou para 2,7%, levando parte do mercado a defender a manutenção dos juros.
Mesmo assim, a maioria dos economistas aposta em um corte de 0,25 p.p., diante do baixo crescimento e do mercado de trabalho enfraquecido.
Atualmente, a curva de juros precifica 82% de probabilidade de um corte de 25 pontos-base na reunião de hoje, o que levaria a taxa para 2,25%, nível considerado o limite inferior da faixa neutra — em que a política monetária não estimula nem restringe o crescimento.
Para 2026, o mercado vê 60% de chance de manutenção da taxa nesse patamar.
O Banco do Canadá divulgará sua decisão de política monetária nesta quarta-feira, 29 de outubro, às 10h45 (horário de Brasília), juntamente com o Relatório Trimestral de Política Monetária, que trará novas projeções para crescimento e inflação.
Aprenda como aplicar expansão de Fibonacci no Pivot de AltaNo gráfico diário acima temos uma formação de pivot de alta nas units da Alupar (ALUP11) traçado em azul. Pois bem, se romper a resistência do pivot que fica em 32,30 pode abrir uma oportunidade de compra no Swing Trade, porém como essas units estão em máxima histórica temos que utilizar as projeções de Fibonacci para determinar os objetivos de lucro.
No Trading View temos uma ferramenta que se chama Extensão de Fibonacci Baseado em Tendências . Vamos utilizar essa ferramenta para aplicação das expansões de Fibonacci da seguinte maneira:
1. Posicione a linha de Fibonacci no início do pivot de alta (suporte em 29,34).
2. Leve o mouse para cima até a resistência do pivot de alta em 32,30 e clique com o botão esquerdo do mouse para aplicar essa expansão.
3. As projeções de 61,8%, 100% e 161,8% de Fibonacci irão funcionar como alvos 1, 2 e 3 respectivamente.
Acompanhe o vídeo acima onde é explicado em detalhes como aplicar essa expansão de Fibonacci.
Bons estudos e ótimos investimentos!
BTC/USDT COMPRAR PARA VENDERBTC/USDT COMPRAR PARA VENDER
Analisando o par em questão dentro do conceito SMC, podemos notar que os vendedores tomaram conta do jogo hoje 28/10/2025 quando fizeram uma nova quebra de estrutura iBoS no factal de 1hora. Esta força vendedora tem como único objetivo capturar a liquidez interna da estrutura SWING H1 que esta de alta, contudo se os compradores não reagirem com firmeza, os vendedores vão continuar a empurrar ordens e a estrutura SWING H1 pode até mesmo ser virada novamente, lembrando que temos a estrutura swing dos times frames diário e 4 horas de baixa, então no caso da virada da estrutura de SWING H1 ocorrer, isso seria um pânico de venda gigante e uma massiva liquidação dos compradores, contudo eu não acredito neste cenário antes de um rebalanceamento dos preços nas estruturas Swing do time frame diário e 4 horas.
Os times frames das estruturas fractais estão de seguinte forma:
Semanal - Tendência de alta (mitigando zona de oferta vendedora FVG)
Diário - Tendência de alta (mitigando zona de demanda compradora FVG)
4 horas - Tendência de baixa (mitigando zona de demanda compradora)
1 hora - Tendência de baixa (mitigando zona de demanda compradora)
15 minutos - Tendência de baixa (mitigando zona de demanda compradora)
5 minutos -Tendência de baixa (mitigando zona de demanda compradora)
1 minuto - Tendência de alta (mitigando zona de demanda compradora)
Pontos a favor do trade principal temos:
1- Estrutura fractal de 1 hora de vendida (iCHoCH + iBos) (fluxo vendido);
2- Dreno de liquidez semanal atingido;
3- FVGs comprador do diário e 4 horas aguardando para ser balanceados;
Pontos contra o trade principal temos:
1- Venda contra tendências maiores;
Ps. Aproveitando o momento e acreditando na correção da estrutura fractal iBos de 1 Hora, foi aberto um trade de compra a favor do fluxo comprador de 1minuto com stop loss extremamente curto, então são 2 trades em 1, comprando agora e vendendo depois, o volume do fluxo comprador fractal de 1 minuto esta muito bom, muita força dos compradores no momento, é preciso criar liquidez para os vendedores, a última pernada de venda de 1 hora (iBoS) esta lisa não contém liquidez interna.... Sobe de escada e desce de elevador;
LTB na Ambev (ABEV3)No gráfico diário a Ambev (ABEV3) está em formação de LTB (Linha de Tendência de Baixa) iniciada em 30/04/2025, ou seja, temos uma linha de tendência de longa duração e vários toques. Observem no gráfico acima que já foram 9 toques nessa LTB e com angulação suavizada (menos de 45º graus), portanto ela atende todas as características de uma boa linha de tendência para operar.
O alvo de lucro da ABEV3 fica no suporte imediato em 11,68 e o stop loss fica em 12,69 (um pouco acima da LTB).
No link abaixo eu explico sobre como operar uma boa linha de tendência nos gráficos. Se você ainda não viu essa postagem vale muito a pena conferir:
Testando Utilização de IFR no contrato futuro de Dólar.Você sabia que o TradingView permite testar estratégias de forma simples e intuitiva?
Recentemente, realizamos um backtest utilizando o indicador IFR (Índice de Força Relativa) no contrato futuro de dólar (WDO), com o gráfico ajustado em 15 minutos.
📊 Período analisado: de 27/10/2021 a 27/10/2025
⚙️ Total de operações: 325
✅ Taxa de acerto: 64,31%
💰 Lucro acumulado: R$ 13.780,00
O IFR é um dos indicadores técnicos mais utilizados do mercado — ele mede a força e o ritmo dos movimentos de preço, indicando momentos de sobrecompra (acima de 70) e sobrevenda (abaixo de 30). Você pode acompanhar pelo gráfico os pontos exatos que as operações seriam abertas e fechadas.
Esses sinais ajudam o trader a identificar possíveis pontos de reversão ou de entrada mais precisa nas operações.
Os resultados mostram como é possível avaliar e ajustar setups de forma prática, diretamente na plataforma — sem precisar sair do gráfico ou usar planilhas externas.
O backtest do TradingView mostra métricas como lucro líquido, drawdown, percentual de trades vencedores e desempenho acumulado, facilitando a tomada de decisão para quem busca aprimorar estratégias automatizadas ou manuais.
Para fazer o backtest com clique em indicadores, selecione o menu estratégias. Escolha a estratégia de sua preferencia, clique nela para adicionar no gráfico. Com a estratégia plotada você pode entrar em configurações e fazer os ajustes necessários. Altere os ativos e também altere o tempo gráfico para encontrar os melhores resultados.
Com poucos cliques, o TradingView transforma sua ideia de trade em uma análise completa.
Testar é essencial para evoluir — e o backtest é o seu laboratório no mercado!






















